Portugal-Uruguai à lupa: domínio do jogo, mas não do resultado

Portugal-Uruguai à lupa: domínio do jogo, mas não do resultado

O Laboratório de Perícia no Desporto da Faculdade de Motricidade Humana analisou o jogo Portugal-Uruguai com base nos dados fornecidos pela InStat. Esta informação permite calcular a rede de acções que liga os jogadores de cada equipa.

Portugal iniciou o jogo com 3 alterações relativamente ao jogo anterior. Cédric Soares foi substituído por Ricardo Pereira, André Silva por Gonçalo Guedes e Ricardo Quaresma por Bernardo Silva. Ambas as equipas iniciaram o jogo posicionadas em 1-4-4-2, mas com Uruguai com o meio-campo em losango.

Neste jogo, Portugal circulou a bola (583 passes, com a precisão de 89%) muito mais que o Uruguai (269, com a precisão de 69%). Portugal conquistou 20 oportunidades para marcar golo, 5 das quais com remate à baliza, ao passo que o Uruguai conseguiu apenas 5, com 3 a chegar à baliza. Portugal teve a posse de bola 69% do tempo, com especial evidência na segunda parte, obrigando o Uruguai a 34 intercepções da bola para fora. A equipa portuguesa fez 40 cruzamentos e o Uruguai apenas 10. Todavia Portugal colocava poucos jogadores (normalmente 3, mas em inferioridade numérica) na grande área adversária, o que comprometeu a sua eficácia ofensiva.

in Publico | 01/07/2018
Portugal-Uruguai à lupa: domínio do jogo, mas não do resultado

in Publico| 02/07/2018
Portugal-Uruguai à lupa: domínio do jogo, mas não do resultado

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Página 37, consultar anexo do artigo

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