Jovens, sexo, álcool e drogas: Cada vez pior? Cada vez melhor? Ou antes pelo contrário?

Jovens, sexo, álcool e drogas: Cada vez pior? Cada vez melhor? Ou antes pelo contrário?

Os jovens estão muito mais escolarizados e mais saudáveis do que há 40 anos e com muito melhor acesso à saúde e à educação. A sociedade portuguesa está muito mais cosmopolita e convivial com a diversidade, recebendo-a mais frequentemente como um desafio e uma janela de oportunidade e não como uma ameaça.

Desde que me conheço (e suspeito que já acontecia bem antes), esbarro com esta tendência histórica que empurra as gerações numa querela estéril sobre “tudo estar melhor” ou “tudo estar pior”, nesta ou naquela geração.

Estes mapas cognitivos que apenas permitem o “tudo” e o “nada”, o “sempre” e o “nunca”, o “todos” e o “ninguém”, sempre me perturbaram o raciocínio. Como se fosse possível retirar completamente os factos dos contextos, das situações, das épocas e reduzir a certezas firmes, asserções que incluem tanta complexidade e incerteza.

As boas notícias são que, por muito estranho que isso pareça, os portugueses estão em geral mais instruídos, vivem melhor e têm mais saúde, acompanhando deste modo uma trajectória europeia.

Os jovens estão muito mais escolarizados e mais saudáveis do que há 40 anos e com muito melhor acesso à saúde e à educação. A sociedade portuguesa está muito mais cosmopolita e convivial com a diversidade, recebendo-a mais frequentemente como um desafio e uma janela de oportunidade e não como uma ameaça. Isto falando da cultura, da religião, da nacionalidade, da etnia, da relação homem-mulher…

in Pontos de Vista | 10/04/2018
Jovens, sexo, álcool e drogas: Cada vez pior? Cada vez melhor? Ou antes pelo contrário?

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