Laboratório de Perícia no Desporto

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SPERT LAB

Webpage: http://spertlab.fmh.ulisboa.pt
Missão

spertlab logoA missão do SpertLab é promover a investigação interdisciplinar (integrando biologia, psicologia, biomecânica, neurociências, didática e pedagogia), para compreender a performance e o treino para um melhor desempenho, de acordo com os constrangimentos do indivíduo, do ambiente e da tarefa.

O estudo da perícia é central para que se compreenda porque as pessoas melhoram a sua performance a diferentes ritmos, ou porque algumas pessoas atingem altos níveis de sucesso ao passo que outras não. Este conhecimento é importante para o estabelecimento de programas de intervenção, métodos e estratégias para o desenvolvimento da perícia e do talento, para a aprendizagem de competências motoras, com especial destaque para as desportivas, ou para a transferência de talento e de habilidades entre diferentes contextos, de acordo com as características dos indivíduos e das tarefas.

O SpertLab junta diferentes perspetivas para estudar o tema da perícia, enfatizando a dinâmica ecológica deste fenómeno. Centra-se portanto no estudo dos processos inerentes aos diferentes níveis de perícia no desempenho dos atletas, equipas, treinadores, árbitros, e outros agentes, com diferentes graus de eficiência e funcionalidade, na ecologia do seu domínio de ação. Pretende-se compreender não só os aspetos distintivos do comportamento desportivo bem-sucedido, adaptado ou não, como também as características do processo que conduz a níveis distintos de proficiência.

Direção
Programa de investigação

Os quatro programas de investigação do SpertLab são: 1) Comportamento tático e processos cognitivos, 2) Análise da performance desportiva, 3) Coordenação intra- e inter-equipa, e 4) Mobilidade, autonomia e perícia. Em termos de métodos de investigação, os referidos programas de investigação recorrem a sistemas de observação direta e sistemas de registo videográfico do comportamento e respetivo contexto, simulações computorizadas e contextos virtuais, registo dos movimentos oculares indoor e outdoor, e sistemas de mensuração cinemática do comportamento no contexto desportivo. Em laboratório são usadas medições físicas, neurofisiológicas, psicofísicas, comportamentais e psicossociais. De seguida descreve-se cada um destes programas.

Comportamento tático e processos cognitivos

O comportamento tático é uma parte integrante do comportamento intencional, ao nível da relação praticante-ambiente, influenciado por constrangimentos, como sejam as características do indivíduo, as características da atividade e as características sociais e físicas do ambiente. A abordagem feita à tomada de decisão é baseada na sua expressão comportamental em contextos de performance, ao longo de um curso de ação e respetivas transições. Neste sentido, são congregados conceitos e instrumentos das ciências da complexidade, da psicologia experimental, das neurociências e das ciências do desporto, para explicar ação tática, intencionalidade, informação, cognição, criatividade, acoplamento perceção-ação, coordenação e decisão individual e coletiva. Especificamente em neurociências, pretende-se fazer investigação comportamental relevante para o desporto, o exercício e a mobilidade, testando modelos neurocientíficos (p.ex., hipótese dos neurónios espelho), mas também estudar indicadores neurofisiológicos (variabilidade da frequência cardíaca, resistência galvânica da pele, temperatura cutânea, etc.) relacionados com o comportamento decisional.

Análise da performance

A análise do desempenho estuda os aspetos que influenciam o rendimento dos atletas e das equipas. Debruça-se, portanto, sobre a observação dos comportamentos dos jogadores, dos treinadores e das equipas, predominantemente em situação de competição e no plano técnico-tático. Neste âmbito, pretende-se conhecer e desenvolver indicadores de performance definidos qualitativa e quantitativamente, tanto a nível individual, como coletivo, e em diferentes contextos com enfoque nos competitivos. Para analisar o desempenho, é necessário conhecer o contexto onde o desempenho ocorre. Um objetivo importante deste programa de investigação é estudar as características das tarefas em função da sua exigência para o agente em análise (praticantes, treinadores, árbitros, etc.). Este objectivo baseia-se na análise da tarefa e também na identificação das características que tornam essa tarefa adaptável a diferentes condições e reproduzível em diferentes ambientes como por exemplo a nível do treino ou a nível de tarefas experimentais criadas para estudar o fenómeno em questão. A conceção da representatividade da tarefa é um aspeto essencial ao treino e à reabilitação (como é que a tarefa a praticar é representativa da que acontece no contexto onde se pretende que o indivíduo atue), em que o processo de ensino de uma dada atividade passa a estar associado ao domínio das progressões pedagógicas, que por sua vez são guiados pela teoria que explica o fenómeno em análise.

Coordenação intra- e inter-equipa

O estudo do comportamento coletivo coordenado situa-se ao nível das relações interpessoais dos elementos de uma equipa, entre si e com os elementos da equipa adversária. Um aspeto com particular ênfase nesta linha de investigação são os comportamentos coletivos emergentes que tornam a equipa como um todo funcional. Neste sentido foram desenvolvidos diferentes instrumentos para medir o comportamento coletivo, tais como variáveis compostas e parâmetros de ordem. Estes instrumentos permitem captar o comportamento coletivo idiossincrático das equipas desportivas, a sua coordenação contínua de ações e os seus padrões de comunicação e de interação, com particular ênfase na forma como a perceção visual regula esses comportamentos.

Mobilidade, autonomia e perícia

Centra o seu estudo na interação entre as capacidades individuais (percetivas, cognitivas e motoras), e as características do ambiente, tendo em vista o desenvolvimento da autonomia e da mobilidade, nomeadamente quanto aos seus facilitadores e barreiras. Ao compreender-se como a perceção regula a ação, de acordo com os constrangimentos dos indivíduos e das tarefas é possível testar-se meios e métodos de intervenção, com enfoque na educação da atenção e na calibração da ação em diferentes contextos. Uma perspetiva ecológica sobre a mobilidade, autonomia e perícia implica também a análise dos constructos psicossociais associados aos estilos de vida e hábitos presentes no indivíduo, na família e na comunidade.

Investigadores

Docentes

Pós-Doc

  • Ana Maria Abreu (bolsa FCT)

Doutorandos

  • José Lopes (bolsa FCT)
  • Ana Paulo (bolsa FCT)
  • Francesca Pecorella (bolsa FCT)
  • Vítor Gazimba (bolsa FCT)
  • José Pratas (bolsa FCT)
  • José Pedro Silva (Bolsa de investigação)
  • Pedro Henriques
  • Jaime Pereira
  • Inês Santos (bolsa FCT)
  • Rui Damas (bolsa FCT)
  • Luis Mendanha Dias (bolsa FCT)
  • Manuel Oliveira (bolsa FCT)
Projetos de investigação

Descrevemos de seguida os projetos de investigação financiados enquanto tal, para depois descrever os projetos de investigação específicos dos doutorandos e pós-docs.

Projetos Financiados

  • Development of video-based motion analysis in team sports: measuring performance and intervention effectiveness

FCT/ Portuguese Government, Science and Technology Foundation. PTDC/DES/119678/2010; 138.507€. Investigador principal: Duarte Araújo, membros da equipa Ricardo Duarte, António Paulo Ferreira.

  • Integrating dynamic decision making with neurocontrollers

NATIONAL SCIENCE FOUNDATION, USA. Grant No.: ECCS-1002188; 24/09/2010, $400.000. Membro da equipa: Duarte Araújo.

  • Evaluating training and competition in team sports. Aggregating tactical analysis, external and internal workload

FCT/ Portuguese Government, Science and Technology Foundation. PTDC/DES/098693/2008. 95.000€. Membros da equipa: António Paulo Ferreira; Anna Volossovitch.

Pós-Doutoramentos

  • Abreu, Ana Maria, Ph.D. “The neural correlates of excellence in sports: An fRMI study of action prediction in elite basketball players” SFRH/BPD/36350/2007/J030239BA4VK. (Advisor: Duarte Araújo).
  • Garcia-Gonzalez, Luis, Ph.D. “Manipulación de constreñimientos y evaluación de su influencia sobre la toma de decisiones para distintas situaciones de juego en tenis". (Advisor: Duarte Araújo)
  • Moreno-Arroyo, Perla, Ph.D. “Estudio de la organización espacial de la defensa en voleibol” (Advisor: Duarte Araújo)

Doutoramentos

  • Damas, Rui. Facilitadores e Barreiras à Inclusão de Pessoas com Deficiência no Desporto e na Educação Física: As Perceções dos Principais Intervenientes SFRH/BD/76838/2011 (Orientadores: Leonor Moniz-Pereira, António Rosado)
  • Gazimba, Vítor Hugo Brito. “The dynamics of the space-time interactions of football teams during football matches”. SFRH/BD/79452/2011 (Orientador: Duarte Araújo, Ricardo Duarte)
  • Gomes, Fernando Paulo Oliveira. O pedido de Team Time Out no Andebol de alto rendimento e a sua influência na performance das equipas. SFRH/BD/46468/2008. (Orientador: Anna Volossovitch)
  • Infante, Jorge. “Interpersonal coordination in Volleyball: Relationship between the Setter, the Attackers and the opponent Blockers” (Orientador: Duarte Araújo)
  • Lopes, José. "Decision-making in sport: Manipulating constraints for a better learning in the penalty kick in football”. SFRH/BD/60520/2009). (Orientador: Duarte Araújo)
  • Paulo, Ana Margarida. “Deciding on flying ball’s interception: applications at the individual and collective levels in Volleyball”. SFRH/BD/68692/2010. (Orientador: Duarte Araújo)
  • Pecorella, Francesca Giulia. “The development of expertise in exercise behavior” SFRH/BD/76036/2011. (Orientador: Duarte Araújo)
  • Pratas, José Maria. “O efeito do contexto desportivo na performance ofensiva das equipas da Liga Profissional Portuguesa de Futebol”. SFRH/BD/80719/2011. (Orientador: Anna Volossovitch).
  • Santos, Inês Paulo. “As estratégias visuais na deslocação em contextos diversos”. SFRH/BD/86535/2012. (Orientador: Leonor Moniz Pereira).
Projetos de extensão à comunidade

Os projetos de extensão à comunidade passam essencialmente por ligações a Federações desportivas ou a outras instituições com o objetivo de dar formação a treinadores nos mais variados níveis de rendimento. Todavia também existem colaborações com associações de treinadores, bem como com Sociedades Científicas.

As entidades com as quais o SpertLab tem uma colaboração mais regular são:

  • Associação Nacional de Treinadores de Basquetebol (António Paulo Ferreira)
  • Associação Portuguesa de Treinadores de Futebol (Duarte Araújo, Ricardo Duarte)
  • Comissão de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol (Duarte Araújo, Miguel Moreira)
  • Federação de Andebol de Portugal (Anna Volossovitch)
  • Federação de Ginástica de Portugal (César Peixoto, Miguel Moreira)
  • Federação Portuguesa de Basquetebol-ENB (António Paulo Ferreira)
  • Federação Portuguesa de Futebol (Duarte Araújo)
  • Federação Portuguesa de Golfe (Duarte Araújo)
  • Federação Portuguesa de Surf (Miguel Moreira)
  • Federação Portuguesa de Vela (Duarte Araújo)
  • Federação Portuguesa de Yoga (Anna Volossovitch)
  • Manchester City Football Club (Ricardo Duarte, Duarte Araújo)
  • Sociedade Portuguesa de Medicina Desportiva (Anna Volossovitch)
  • Sociedade Portuguesa de Psicologia do Desporto (Duarte Araújo)
Contactos

Número de telefone do SpertLab: +351 214149242

Email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Localização: Edifício “LORD”, 2º andar, do lado esquerdo, imediatamente antes e à esquerda da entrada para o Pavilhão.

Website: http://www.fmh.ulisboa.pt/spertlab/

Regulamento

Regulamento do Laboratório de Perícia no Desporto

Serve o presente regulamento para definir as regras de funcionamento do Laboratório de Perícia no Desporto no que concerne aos seus aspetos essenciais, nomeadamente orgânica funcional e direitos e deveres dos seus membros e de acordo com o Regulamento da Área de Investigação da FMH (regulamento .nº 665/2011, Diário da Républica, 2.ª série, N.º 234, 7 de Dezembro de 2011).

1. Definição

a. O Laboratório de Perícia no Desporto é um dos Laboratórios da FMH-ULisboa, pertencente ao Departamento de Desporto e Saúde, integrando a área científica de Psicologia e Comportamento Motor, tendo sido constituído em Maio de 2010.

2. Membros

a. São membros do Laboratório de Perícia no Desporto todos os investigadores doutorados e docentes a tempo integral da FMH, que aquando da sua constituição voluntariamente escolheram dele fazer parte. Integram também o SpertLab, outros docentes a tempo integral da FMH que possam não ter concluído o seu doutoramento.

b. De entre os seus membros é eleito um Coordenador.

c. A proposta de um novo membro para o Laboratório deve ser subscrita por um dos seus membros doutorados e aprovada por dois terços dos membros do Laboratório.

d. Os alunos e investigadores convidados (com ou sem bolsa) orientados pelos membros do SpertLab, realizam as suas atividades no âmbito do Laboratório, embora a sua participação nas atividades do Laboratório seja necessariamente mediada pelo seu orientador.

3. Objetivos

a. O objetivo do Laboratório de Perícia no Desporto é o de compreender a perícia e o desempenho de alto nível, o seu desenvolvimento e os modos de intervenção, tal como ocorre a nível internacional. A partir da investigação acumulada, o objetivo subsequente é a elaboração de métodos de trabalho que promovam a perícia no desporto.

b. Sendo um Laboratório de investigação, a sua produtividade é essencialmente orientada para artigos científicos. Todavia, para a produção de artigos científicos de alta qualidade, outras atividades têm necessariamente de ser realizadas, como sejam a orientação de trabalhos científicos dos estudantes, a participação em congressos científicos, e a produção de outro tipo de publicações (técnico-científicas, livros).

c. A realização das atividades descritas na alínea b. implica financiamento. Neste sentido, a obtenção de financiamento para a investigação científica é também um objetivo prioritário do Laboratório de Perícia no Desporto. Este objetivo privilegia concursos internacionais e nacionais de investigação, mas também valoriza a obtenção de financiamento através da organização de eventos formativos e científicos, de parcerias com patrocinadores, de serviços prestados à comunidade, e outras formas alinhadas com a missão da FMH e do Laboratório de Perícia no Desporto.

d. A especificação individual e coletiva dos objetivos enunciados em b. e c. será enunciada para cada ano.

e. O grau de cumprimento dos objetivos definidos em d. terá uma relação direta com o acesso aos meios e aos fundos que estejam sob a gestão do Laboratório.

4. Relatórios do trabalho desenvolvido

a. Cada membro do Laboratório fornecerá, até final do ano, ao Coordenador do Laboratório (ou ao membro do Laboratório por ele designado) a definição das linhas orientadoras da investigação desenvolvida bem como toda a informação e documentos necessários para a feitura do relatório anual.

b. Os documentos referidos na alínea anterior devem incluir o “accession number” indicado pela Web of Knowledge sempre que isso se aplique consistem em:

  • publicações com Peer review (com IF),
  • publicações com Peer review (sem IF),
  • capítulos de livros,
  • livros,
  • artigos em livros de atas de eventos científicos,
  • abstracts/resumos em revistas com IF,
  • outras publicações (e.g., artigos técnico-profissionais),
  • apresentações em congressos,
  • organização de conferências,
  • orientação de teses de doutoramento e mestrado defendidas e aprovadas,
  • orientação de teses de doutoramento e mestrado em curso,
  • atividades de revisão e de avaliação científica,
  • bolsas e projetos de investigação financiados,
  • outros projetos financiados,
  • patentes e protótipos,
  • contratos com a indústria,
  • outras informações consideradas relevantes.

c. A revisão e organização dos elementos indicados e dos documentos entregues será feita pelo Coordenador do Laboratório e pelo(s) outro(s) membro(s) nomeados para esta tarefa, devendo estar concluída dentro dos prazos definidos pelo Departamento ou outros Órgãos de Gestão da FMH.

5. Espaços laboratoriais e equipamentos

a. O espaço laboratorial onde se desenvolve a investigação do SpertLab situa-se no 2º piso do “Edifício Lord” sendo da responsabilidade do seu Coordenador.

b. Ao Coordenador cabe garantir o controlo da localização e estado dos equipamentos adstritos a esse espaço, bem como coordenar a utilização desses equipamentos.

c. Um membro é designado para ficar com a responsabilidade de equipamentos específicos, devendo permanecer no Laboratório, exceto nos casos em que se encontrem temporariamente noutro local, devido a utilização em projetos desenvolvidos no âmbito do Laboratório, com conhecimento e autorização tanto do Coordenador como do membro responsável pelo equipamento.

d. Os elementos referidos nas alíneas anteriores deste ponto 5 devem figurar num documento (Inventário de espaços e equipamentos do Laboratório) a ser aprovado em reunião de Laboratório.

6. Reuniões

a. Sempre que o Diretor entender necessário, serão realizadas reuniões do Laboratório, que deverão ser convocadas com especificação da respetiva agenda, com um mínimo de 48 horas de antecedência.

b. As reuniões do Laboratório são reuniões que visam tanto a gestão das atividades, como a investigação dos membros do Laboratório.

c. Os membros do Laboratório têm o dever de estar presentes nas reuniões.

d. Os orientandos e os investigadores apenas devem comparecer caso sejam explicitamente convocados.

e. De cada reunião, o Coordenador produzirá e enviará um correio electrónico indicando as conclusões e as consequências da reunião para todos os membros do Laboratório. Este correio eletrónico serve de ata.

f. Cada membro do Laboratório tem a responsabilidade de garantir a boa receção deste correio eletrónico resultante da reunião, e de justificar qualquer incumprimento do seu conteúdo.

g. No sentido de garantir a marcação de reuniões em datas adequadas a todos os membros, é recomendado que cada membro informe o Coordenador do Laboratório, por correio eletrónico, sobre as datas em que se ausenta da FMH, com equiparação a bolseiro.

7. Finanças

a. Para o Laboratório adquirir equipamentos tem de haver a contribuição dos projetos financiados sob a responsabilidade de cada um dos seus membros.

b. O orçamento do Laboratório, caso exista, será destinado principalmente a bens e serviços no âmbito de projetos considerados prioritários.

c. O conceito de projeto prioritário enunciado na alínea anterior corresponderá a (i) projetos não financiados que envolvam pelo menos 3 membros do grupo, com produção prévia significativa de outputs, de acordo com a listagem realizada na alínea a. do ponto 4 ou (ii) projeto novo que envolva pelo menos 3 membros do grupo e cujo potencial de desenvolvimento seja considerado relevante.

8. Núcleos associados ao Laboratório

a. Associados ao Laboratório, podem haver Núcleos de não-membros do Laboratório (estudantes de licenciatura, antigos estudantes, etc.) que dinamizem a compreensão e a intervenção no desenvolvimento da perícia em modalidades desportivas específicas (p.ex., Núcleo de Futebol).

b. Esses Núcleos têm um carácter eminentemente aplicativo, que embora possam colaborar na investigação científica (p.ex., com bolsas de iniciação à investigação) sob a supervisão de um dos membros, visam sobretudo a transferência de conhecimento à Sociedade (p.ex., seminários, ações de formação).

c. A supervisão destes Núcleos será feita pelo Coordenador do Laboratório ou por quem ele designar.

d. A proposta de um novo Núcleo associado ao Laboratório de Perícia no Desporto pode ser subscrita por um Membro doutorado e aprovada por dois terços dos membros do Laboratório.

9. Alterações ao regulamento

a. Alterações ao presente regulamento ou a elaboração de um novo regulamento poderão ser realizadas mediante proposta de um dos membros do Laboratório e aprovação por dois terços dos seus membros.

 

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